Peru tem 35 candidatos a presidente; servidores protestam na Venezuela

A campanha eleitoral para a presidência do Peru terminou com um cenário inédito: 35 candidatos na disputa. Nenhum deles deve alcançar os votos necessários para vencer no primeiro turno, marcado para este domingo (12), o que aumenta a expectativa para uma segunda rodada em junho. Protestos na Venezuela Na Venezuela, protestos de servidores públicos terminaram em confronto com forças de segurança em Caracas

InternacionalRádio Agência Nacionalem 10 de Abril, 2026 17h04m

A campanha eleitoral para a presidência do Peru terminou com um cenário inédito: 35 candidatos na disputa. Nenhum deles deve alcançar os votos necessários para vencer no primeiro turno, marcado para este domingo (12), o que aumenta a expectativa para uma segunda rodada em junho. Em meio a uma crise política que já levou oito presidentes ao poder em poucos anos, o combate à violência e à imigração irregular dominou os discursos. As pesquisas indicam liderança da candidata de direita, Keiko Fujimori, enquanto a disputa pela segunda vaga segue indefinida. Protestos na Venezuela 

Na Venezuela, protestos de servidores públicos terminaram em confronto com forças de segurança em Caracas. Manifestantes foram às ruas contra o congelamento de salários e cobraram um reajuste prometido pelo governo interino. A polícia usou gás lacrimogêneo para conter os atos. Com a inflação ainda muito alta, trabalhadores afirmam que a renda não é suficiente para cobrir despesas básicas, e a crise econômica segue pressionando a população. Processo contra príncipe Harry O príncipe Harry enfrenta um novo problema na Justiça britânica. Ele foi processado por difamação por uma organização beneficente que ajudou a fundar e da qual se afastou após divergências internas. A entidade, que atua no apoio a jovens na África, também incluiu no processo um ex-integrante do conselho. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre as acusações. Greve comissários de bordo na Alemanha Na Alemanha, uma greve de comissários de bordo da Lufthansa provocou o cancelamento de centenas de voos. A paralisação afetou principalmente os aeroportos de Frankfurt e Munique e prejudicou milhares de passageiros. O movimento é motivado por impasses trabalhistas e pelo possível fechamento de uma subsidiária da companhia, o que pode colocar empregos em risco. A empresa orienta os passageiros a verificar a situação dos voos e buscar remarcação.

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