PM acusada de matar mulher é suspensa e vai cumprir medidas cautelares

A policial militar Yasmin Ferreira, que atirou e matou Thawanna Salmázio, em uma abordagem policial na zona leste de São Paulo, este mês, foi suspensa da corporação, por decisão da Justiça, e terá que cumprir restrições. Ela não poderá portar arma de fogo, manter contato com testemunhas e parentes da vítima, nem deixar a região sem autorização judicial prévia. Deverá ainda ficar recolhida em seu domicílio das 22h às 5h. Notícias relacionadas: PM que atirou e matou mulher em SP é suspensa da função

SegurançaRádio Agência Nacionalem 24 de Abril, 2026 10h04m

A policial militar Yasmin Ferreira, que atirou e matou Thawanna Salmázio, em uma abordagem policial na zona leste de São Paulo, este mês, foi suspensa da corporação, por decisão da Justiça, e terá que cumprir restrições.

Ela não poderá portar arma de fogo, manter contato com testemunhas e parentes da vítima, nem deixar a região sem autorização judicial prévia. Deverá ainda ficar recolhida em seu domicílio das 22h às 5h.

O crime aconteceu na noite do dia 3 de abril, quando a policial Yasmin Ferreira, de 21 anos, e outro agente circulavam com a viatura pelas ruas do bairro Cidade Tiradentes, na capital paulista.

Segundo informações do companheiro da vítima, ele e Thawanna andavam na rua, quando ele desequilibrou e bateu com o braço no retrovisor da viatura da PM, que parou para averiguar a situação. Houve um princípio de confusão e os agentes afirmaram que tiveram de usar força para deter o casal.

A policial Yasmin Ferreira desceu da viatura e, após discutir com Thawanna, fez o disparo. A vítima morreu menos de uma hora depois, num hospital da região. Thawanna Salmázio, tinha 31 anos e deixou cinco filhos.

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Em nota, a Secretaria Estadual de Segurança Pública disse que todas as circunstâncias do caso estão sendo investigadas “com prioridade” pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa e por meio de Inquérito Policial Militar, com acompanhamento das corregedorias das instituições envolvidas.

Também o Ministério Público e a ouvidoria da Polícia Militar de São Paulo investigam o caso.

*Com informações da Agência Brasil.

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