Operação apreende embarcações e estruturas de garimpo ilegal no AM

Mais de 30 embarcações e estruturas usadas pelo garimpo ilegal na Amazônia foram apreendidas e inutilizadas em operação da Polícia Federal, dentro de uma Unidade de Conservação de Proteção Integral perto da fronteira com a Colômbia. A Polícia Federal, em ação conjunta com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, concluiu nessa quarta-feira (15), uma operação de 11 dias para combater atividades de extração ilegal de minério do interior da floresta amazônica

SegurançaRádio Agência Nacionalem 16 de Abril, 2026 13h04m

Mais de 30 embarcações e estruturas usadas pelo garimpo ilegal na Amazônia foram apreendidas e inutilizadas em operação da Polícia Federal, dentro de uma Unidade de Conservação de Proteção Integral perto da fronteira com a Colômbia.

A Polícia Federal, em ação conjunta com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, concluiu nessa quarta-feira (15), uma operação de 11 dias para combater atividades de extração ilegal de minério do interior da floresta amazônica.

A ação ocorreu na Estação Ecológica Juami-Japurá, unidade de conservação com mais de 800 mil hectares, localizada no município de Japurá, a mais de 700 quilômetros de Manaus.

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Durante a operação, foram apreendidas e inutilizadas 18 dragas, 12 rebocadores e 6 balsas usadas pelos garimpeiros. Algumas estruturas foram explodidas ou incendiadas. A PF não forneceu dados sobre prisões.

A atividade criminosa tem sido intensa na região. Até 2020, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais quase não tinha registros de áreas desmatadas na Estação Ecológica Juami-Japurá. Os dados mostram que o desmatamento na área saltou de 14 hectares, em 2020, para 698 hectares em 2023. Desde então, houve queda significativa no desmatamento.

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