EUA aprova novo medicamento para reduzir colesterol ruim

Um novo medicamento aprovado nos Estados Unidos pode facilitar o controle do colesterol ruim em pacientes de alto risco cardiovascular. É o primeiro comprimido de uma classe de remédios que até agora só existia na forma injetável. Os estudos mostram que o tratamento é capaz de reduzir em até 60% os níveis de colesterol LDL. A expectativa é que a versão oral amplie o acesso à terapia e melhore a adesão ao tratamento

InternacionalRádio Agência Nacionalem 16 de Julho, 2026 19h07m

Um novo medicamento aprovado nos Estados Unidos pode facilitar o controle do colesterol ruim em pacientes de alto risco cardiovascular. É o primeiro comprimido de uma classe de remédios que até agora só existia na forma injetável. Os estudos mostram que o tratamento é capaz de reduzir em até 60% os níveis de colesterol LDL.

A expectativa é que a versão oral amplie o acesso à terapia e melhore a adesão ao tratamento.

Eutanásia legalizada

Na França, o parlamento aprovou a legalização da eutanásia em condições específicas. O procedimento será permitido para adultos com doenças incuráveis que sofram de forma insuportável e possam manifestar a decisão de maneira livre e esclarecida.

A lei ainda será analisada pelo Conselho Constitucional Francês, que poderá validar ou questionar partes do texto. O debate mobiliza parlamentares, médicos, entidades religiosas e organizações da sociedade civil.

Ataque a hospital

Na República Democrática do Congo,  pacientes com ebola e profissionais de saúde fugiram de um hospital após a unidade ser invadida por uma multidão revoltada com a morte de uma mulher que havia procurado atendimento para dar à luz.

O país enfrenta o 17º surto da doença, com mais de 2 mil casos confirmados e quase 800 mortes desde maio.

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As autoridades investigam o ataque, que evidencia as dificuldades para conter a doença em regiões marcadas pela insegurança e pela desconfiança da população.  

Pelo menos 11 pessoas morreram, entre elas várias crianças,  em um incêndio que atingiu um orfanato na periferia da capital da Argélia. Outras 19 ficaram feridas. As causas do fogo ainda são investigadas.

Testemunhas relataram que vizinhos e equipes de resgate precisaram romper as grades do prédio para salvar as vítimas. O primeiro-ministro Argelino visitou os feridos e o presidente do país manifestou solidariedade às famílias das crianças que morreram na tragédia.  

* Com informações da agência Reuters. 2:23

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