São Paulo, 17 de Outubro de 2026
Últimas notícias
EconomiaCACB cobra atualização de todas as faixas do Simples Nacional ainda este anoGeralEl Niño: agro do Nordeste deve priorizar conservação do solo, uso eficiente da água e formação de reservasPolíticaFlávio Bolsonaro mantém vantagem sobre Lula no segundo turno, aponta análise de dez pesquisasAgronegóciosCafé, açúcar e milho: confira cotações para esta sexta-feira (16)AgronegóciosBoi gordo, frango e suíno: confira cotações para esta sexta-feira (16)GeralProspera MEI: profissionais do turismo esperam ampliar negócios com apoio financeiroGeralNovo SAC: consumidor terá direito a falar com uma pessoa das 8h às 20h, todos os diasMeio AmbienteSeis anos de espera: entidades recorrem à Justiça para fazer valer lei dos descartáveis em São Paulo (SP)PolíticaEmendas parlamentares ajudam a conquistar votos, mas não garantem reeleição, aponta FGVAgronegóciosSoja sobe no Paraná; trigo tem variação nos preçosEconomiaCACB cobra atualização de todas as faixas do Simples Nacional ainda este anoGeralEl Niño: agro do Nordeste deve priorizar conservação do solo, uso eficiente da água e formação de reservasPolíticaFlávio Bolsonaro mantém vantagem sobre Lula no segundo turno, aponta análise de dez pesquisasAgronegóciosCafé, açúcar e milho: confira cotações para esta sexta-feira (16)AgronegóciosBoi gordo, frango e suíno: confira cotações para esta sexta-feira (16)GeralProspera MEI: profissionais do turismo esperam ampliar negócios com apoio financeiroGeralNovo SAC: consumidor terá direito a falar com uma pessoa das 8h às 20h, todos os diasMeio AmbienteSeis anos de espera: entidades recorrem à Justiça para fazer valer lei dos descartáveis em São Paulo (SP)PolíticaEmendas parlamentares ajudam a conquistar votos, mas não garantem reeleição, aponta FGVAgronegóciosSoja sobe no Paraná; trigo tem variação nos preços
GERAL

PF não vê conexão de facções brasileiras com terrorismo internacional

O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, afirmou nesta terça-feira (18) que as investigações da PF não confirmam uma conexão entre as facções brasileiras e grupos considerados terroristas por alguns países

A

Agência Brasil

PF não vê conexão de facções brasileiras com terrorismo internacional
Créditos: Agência Brasil

O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, afirmou nesta terça-feira (18) que as investigações da PF não confirmam uma conexão entre as facções brasileiras e grupos considerados terroristas por alguns países.

“Não tenho conhecimento de que tenha havido alguma relação. Não basta, eventualmente, alguém falar, citar, para que a gente afirme categoricamente que há conexão entre esses dois fenômenos, seja terrorismo ou crime organizado. Então, nas investigações, de maneira concreta, eu não vejo esse cenário”, explicou Andrei.

Mourão justificou a pergunta citando a suposta presença de grupos considerados terroristas na região da Tríplice Fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina.  

“Há muito tempo, se trabalha e se discute, naquela região da Tríplice Fronteira, ali, no Paraná, a presença de organizações terroristas, que eu não vou citar o nome, internacionais”, disse o vice-presidente da CPI do Senado.

Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30 

O diretor-geral da PF complementou que, quando as investigações são aprofundadas, elas mostram que esse cenário de cooperação entre facções brasileiras e grupos internacionais considerados terroristas “não se confirma”.

“[Isso] é, muitas vezes, usado até como fator de pressão geopolítica, na qual nós não vamos entrar”, completou Andrei Rodrigues.

Especialistas em relações internacionais têm alertado que o “combate ao terrorismo”, ou um suposto “narcoterrorismo”, tem sido uma estratégia usada pelos EUA para interferir nos assuntos internos de países ao redor do mundo, e que poderia também atingir o Brasil. 

Tríplice fronteira

Em maio deste ano, o governo dos Estados Unidos (EUA) ofereceu U$$ 10 milhões por informações que levem à interrupção de mecanismos financeiros do Hezbollah na Tríplice Fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai.

Ainda segundo o Departamento de Estado dos EUA, o Hezbollah atua na região por meio de tráfico de drogas, contrabando e outros crimes.  

Em agosto deste ano, o ministro do interior do Paraguai, Enrique Riera, informou à rede de TV CNN que o país abrigará um escritório do FBI, agência de investigação dos EUA, para o combate ao Heznollah na região.

O Paraguai tem relações próximas com os governos dos EUA, de Donald Trump, e de Israel, de Benjamin Netanyahu.

Apesar de não ser classificado como terrorista pelas Nações Unidas (ONU), a organização político-militar do Líbano é considerada terrorista por Washington e outros aliados, como Reino Unido, Israel e Alemanha.

Criado em 1982 para resistir à invasão do Líbano por Israel, o Hezbollah é hoje também um partido político que participa dos governos no país do Oriente Médio.

Compartilha esta notícia:

Notícias relacionadas