São Paulo, 17 de Outubro de 2026
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Polícia Civil do Rio de Janeiro faz nova necropsia em Juliana Marins

A Polícia Civil do Rio de Janeiro fez, na manhã desta quarta-feira (2), uma nova necropsia no corpo de Juliana Marins, turista brasileira que morreu depois de se acidentar durante uma trilha na Indonésia, no fim de junho

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Agência Brasil

Polícia Civil do Rio de Janeiro faz nova necropsia em Juliana Marins
Créditos: Agência Brasil

A Polícia Civil do Rio de Janeiro fez, na manhã desta quarta-feira (2), uma nova necropsia no corpo de Juliana Marins, turista brasileira que morreu depois de se acidentar durante uma trilha na Indonésia, no fim de junho. O exame começou às 8h30 e durou cerca de 2 horas, no Instituto Médico Legal Afrânio Peixoto (IMLAP). 

A necropsia, realizada por dois peritos legistas da Polícia Civil, foi acompanhada por um perito médico da Polícia Federal e por um assistente técnico representante da família. O resultado preliminar será divulgado em até 7 dias. O corpo foi liberado para retirada do instituto pelos familiares.

Segundo a perícia indonésia, Juliana demorou menos de 20 minutos para morrer, depois do início da hemorragia, e a morte ocorreu entre 12 horas e 24 horas antes de o corpo chegar ao frigorífico do hospital. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Juliana Marins caiu na cratera do Rinjani, um vulcão, na manhã de sábado (21). Na segunda-feira (23), a brasileira foi localizada por meio de um drone térmico, mostrando que ela ainda estava viva naquele momento ou pelo menos algumas horas antes.

As equipes de resgate só conseguiram chegar até a jovem na terça-feira (24), mas ela já havia morrido. O resgate do corpo ocorreu na quarta-feira (25).

O corpo da brasileira desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, na terça-feira (1º), em um voo comercial. De lá, foi transportado para a Base Aérea do Rio de Janeiro em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB).

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