São Paulo, 18 de Outubro de 2026
Últimas notícias
PolíticaFlávio Bolsonaro lidera 12 de 13 pesquisas e tem 82% de chance de vitória, aponta estudoBrasil MineralABPM defende liberdade para negociar escalas de trabalho na mineraçãoEconomiaCFEM: estados e municípios produtores partilham mais de R$ 465 milhões em royalties da mineraçãoEconomiaCortes em auxílios sociais podem gerar retração em cidades do interiorPolíticaAbstenção de eleitores com mais de 70 anos cai 10 pontos percentuaisGeralEl Niño: gestão da água é essencial para enfrentar irregularidade das chuvas na Região NorteSaúdeSarampo: Amazonas confirma 17 casos e intensifica vacinaçãoPolíticaEm sabatina, Flávio não explica propostas e faz acusações sem provasPolíticaLula faz campanha em MG e celebra fim da jornada 6x1EconomiaIbovespa sobe 0,54% com apoio de ações do petróleo e fecha aos 205 mil pontosPolíticaFlávio Bolsonaro lidera 12 de 13 pesquisas e tem 82% de chance de vitória, aponta estudoBrasil MineralABPM defende liberdade para negociar escalas de trabalho na mineraçãoEconomiaCFEM: estados e municípios produtores partilham mais de R$ 465 milhões em royalties da mineraçãoEconomiaCortes em auxílios sociais podem gerar retração em cidades do interiorPolíticaAbstenção de eleitores com mais de 70 anos cai 10 pontos percentuaisGeralEl Niño: gestão da água é essencial para enfrentar irregularidade das chuvas na Região NorteSaúdeSarampo: Amazonas confirma 17 casos e intensifica vacinaçãoPolíticaEm sabatina, Flávio não explica propostas e faz acusações sem provasPolíticaLula faz campanha em MG e celebra fim da jornada 6x1EconomiaIbovespa sobe 0,54% com apoio de ações do petróleo e fecha aos 205 mil pontos

Dólar fica estável após prisão domiciliar de Bolsonaro e ata do Copom

O dólar ficou estável, e a bolsa emendou a segunda alta, retomando os 133 mil pontos, um dia após a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e na véspera do início do tarifaço aos produtos brasileiros

A

Agência Brasil

Dólar fica estável após prisão domiciliar de Bolsonaro e ata do Copom
Créditos: Agência Brasil

O dólar ficou estável, e a bolsa emendou a segunda alta, retomando os 133 mil pontos, um dia após a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e na véspera do início do tarifaço aos produtos brasileiros.

O dólar comercial encerrou esta terça-feira (5) vendido a R$ 5,506, com leve recuo de 0,01%. A cotação abriu em alta, chegando a R$ 5,52, mas reverteu o movimento e passou a cair, influenciada pelo exterior e pela ata do Comitê de Política Monetária (Copom).

O euro comercial também encerrou estável. A moeda fechou o dia vendida a R$ 6,37, com alta de apenas 0,03%.

A bolsa de valores teve mais um dia de recuperação. Impulsionado por ações de petroleiras e de bancos, o índice Ibovespa, da B3, encerrou aos 133.151 pontos, com alta de 0,14%. O indicador sobe 0,54% em agosto e acumula alta de 10,7% em 2025.

Tantos fatores internos quanto externos influenciaram o mercado nesta terça-feira. O dólar continuou a cair no mercado internacional com a expectativa de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense) comece a reduzir os juros em setembro, após a desaceleração da criação de empregos nos Estados Unidos.

No Brasil, a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada nesta terça-feira, ajudou a queda do dólar.

O tom duro do Banco Central (BC), que indica que a Taxa Selic, juros básicos da economia, devem permanecer em 15% ao ano por muito tempo, ajudou a elevar o fluxo de capital especulativo para o Brasil, ajudando o real.

Esse movimento compensou as ameaças do governo de Donald Trump de retaliar o país após a prisão domiciliar de Bolsonaro.

* Com informações da Reuters

Compartilha esta notícia:

Notícias relacionadas